Matéria publicada na última sexta-feira, no site ” Blog do Esmael” de autoria do jornalista Esmael Moraes, informa que o deputado estadual Requião Filho, do PDT, será o candidato da Federação Brasil da Esperança encabeçada pelo PT ao governo do Paraná nas eleições de 2026, conforme acerto realizado na tarde desta sexta-feira 31, em Foz do Iguaçu, com a ministra Gleisi Hoffmann, o presidente do PT-PR, Arilson. Segundo relatos do encontro, obtidos com exclusividade pelo Blog do Esmael, o almoço na tríplice fronteira “fumou o cachimbo da paz” entre PT e PDT, após meses de tensionamento público desde a desfiliação do clã Requião. O pacto inclui unificação de palanques estratégicos, alinhamento de bancadas e apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que goza de cerca de 40% de aprovação no Paraná, conforme institutos de opinião.

A construção da frente nasceu do diagnóstico comum de que a pulverização favoreceria adversários de extrema direita. No cardápio do almoço, além da pacificação, um nome-alvo: o senador Sérgio Moro, do União Brasil, tratado como principal adversário a ser derrotado nas urnas em 2026. Moro busca reorganizar sua base eleitoral após desgaste da Lava Jato e sucessivas derrotas judiciais, mas ainda conserva capital político na classe média urbana.

Fontes ligadas ao encontro afirmam que Requião Filho manteve a condição de cabeça de chapa e deverá receber robusto apoio lulista, preparando palanque estadual integrado com a possível tentativa de reeleição do presidente em 2026. Interlocutores descrevem o clima como “virada de chave” na relação PT-PDT, que esteve estremecida desde o pleito de 2024, quando o ex-senador Roberto Requião deixou o PT.

A sinalização conjunta em Foz ocorre em meio à movimentação da direita paranaense, que tem Alexandre Curi (PSD) e outros líderes do campo conservador buscando espaço na disputa pelo Palácio Iguaçu, enquanto o governador Ratinho Junior (PSD-PR) organiza sua sucessão.Chiorato, e o diretor-geral brasileiro da Itaipu, Enio Verri, que fecharam apoio a uma frente ampla liderada pelo pedetista.

Segundo relatos do encontro, obtidos com exclusividade pelo Blog do Esmael, o almoço na tríplice fronteira “fumou o cachimbo da paz” entre PT e PDT, após meses de tensionamento público desde a desfiliação do clã Requião. O pacto inclui unificação de palanques estratégicos, alinhamento de bancadas e apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que goza de cerca de 40% de aprovação no Paraná, conforme institutos de opinião.

A construção da frente nasceu do diagnóstico comum de que a pulverização favoreceria adversários de extrema direita. No cardápio do almoço, além da pacificação, um nome-alvo: o senador Sérgio Moro, do União Brasil, tratado como principal adversário a ser derrotado nas urnas em 2026. Moro busca reorganizar sua base eleitoral após desgaste da Lava Jato e sucessivas derrotas judiciais, mas ainda conserva capital político na classe média urbana.

Fontes ligadas ao encontro afirmam que Requião Filho manteve a condição de cabeça de chapa e deverá receber robusto apoio lulista, preparando palanque estadual integrado com a possível tentativa de reeleição do presidente em 2026. Interlocutores descrevem o clima como “virada de chave” na relação PT-PDT, que esteve estremecida desde o pleito de 2024, quando o ex-senador Roberto Requião deixou o PT.

A sinalização conjunta em Foz ocorre em meio à movimentação da direita paranaense, que tem Alexandre Curi (PSD) e outros líderes do campo conservador buscando espaço na disputa pelo Palácio Iguaçu, enquanto o governador Ratinho Junior (PSD-PR) organiza sua sucessão. Informações do portal Verdade