Nesta quinta-feira (20), o auditório da Prefeitura Municipal de Londrina recebeu a cerimônia de encerramento da 8ª edição do Pint of Science, maior festival de divulgação científica do mundo, que ocorreu nos dias 18, 19 e 20 de maio, em 18 estabelecimentos de Londrina.
Com os números alcançados neste ano, a edição londrinense foi a segunda maior em todo o mundo, ficando atrás somente da cidade de Londres, local onde o festival teve origem. No total, mais de 1,7 mil pessoas circularam pelos estabelecimentos para participar das atividades de popularização da ciência, na cidade.
De acordo com a coordenação do evento, a edição reuniu 87 palestrantes em Londrina, divididos ao longo dos três dias nos diferentes bares, restaurantes e cafés do município. A organização mobilizou 210 voluntários, entre pesquisadores, alunos, professores e comunidade em geral.

O objetivo do festival é levar a ciência para fora das universidades e aproximar o conhecimento científico da população, de maneira descontraída, debatendo sobre temas de grande impacto social, como direitos humanos e acessibilidade, misoginia e desigualdade de gênero, biotecnologia aplicada à produção de cervejas, comunicação científica e os desafios da divulgação do conhecimento, além dos riscos e crimes nas redes sociais, com orientações sobre prevenção e segurança digital, entre outros assuntos.
Pequena Londres, grandes resultados

Durante a cerimônia, a diretora de Turismo do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), Hérika Galli, representou o prefeito Tiago Amaral e destacou a importância de eventos como o Pint of Science para o movimento econômico do município.
“Em 2025, a gente conseguiu triplicar a participação do turismo e eventos no PIB de Londrina. A gente saiu de 0,7% para 2,35%. Este e outros projetos fazem parte desse desenvolvimento econômico”, pontuou.
O coordenador geral regional do Pint of Science, Eduardo Inocente, também integrou a mesa de autoridades nesta quinta-feira, e parabenizou Londrina pelo excelente desempenho na edição, destacando que o município representa parte expressiva do festival no contexto nacional.
Para a coordenadora geral do festival em Londrina, Marna Sakalem, este feito é de suma importância e inspirador para que o evento siga acontecendo e crescendo em território municipal. “Acho extremamente honrado para a gente, a pequena Londres, ter ficado em segundo lugar, perdendo o primeiro lugar para a cidade que inventou o evento. Espero que daqui para frente, ele cresça cada vez mais para diminuir essa barreira, para que a gente consiga, de fato, tirar o pesquisador de dentro do laboratório dele e mostrar para a sociedade o que está sendo feito. É para isso que esse evento tão grandioso acontece”, afirmou. Informações do NCOM



