No segundo turno das eleições, marcado para 25 de outubro, o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) terá mais do que o dobro de palanques estaduais do que o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Ao todo, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) terá aliados em 13 estados nos quais candidatos que o apoiam foram eleitos no primeiro turno contra nomes que não apoiam Lula. No caso do atual titular do Planalto, isso ocorrerá em seis estados.

O levantamento do Metrópoles considerou estados onde os palanques permanecem fortalecidos por candidatos aliados que foram eleitos no primeiro turno. Amazonas, Distrito Federal e Rio de Janeiro terão disputa de 2º turno com candidatos apoiados por Lula e Flávio, e por isso, não entram na conta, já que nesses locais a disputa ainda está aberta.

No Amazonas, Omar Aziz (PSD), candidato de Lula, disputará o segundo turno contra Professora Maria do Carmo (PL), apoiada por Flávio. No Distrito Federal, o petista Leandro Grass concorrerá contra Celina Leão (PP), apoiada pela família Bolsonaro.

Já no Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL), candidato de Flávio, enfrentará Eduardo Paes (PSD), apoiado por Lula. Neste último caso, no entanto, caso a Justiça Eleitoral considere os votos de Anthony Garotinho (Republicanos) inválidos, a fatura já será liquidada a fator de Ruas ainda no 1º turno.

As corridas estaduais ficarão neutras em quatro estados: Amapá, Maranhão, Tocantins e Pernambuco. Nessas unidades da federação, não houve candidatos eleitos ou que disputarão o segundo turno e declararam apoio para Lula ou Flávio.

Já em Alagoas, existe um palanque parcial a Flávio, já que seu candidato a vice, Alfredo Gaspar (PL), é natural de Maceió (AL). O estado também não entrou na conta de palanque oficial, já que o governador eleito, João Henrique Caldas (JHC), não declarou apoio ao candidato do PL.

Veja o mapa:

Informações do Metrópoles